sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Pum preso
A tecnologia não para de avançar.
Duas marcas inventaram um autocolante, para colocar na roupa interior: o neutralizador de odor dos gases (!).
Uma das marcas Subtle Butt (Rabo Sutil) vende embalagens, com cinco unidades descartáveis que prometem neutralizar o odor graças a uma camada de carvão aplicada ao autocolante, custando apenas 11 dólares.
O criador Kim Olenicoff explicou a uma revista que este produto “é ideal para usar num avião, escritório, elevadores com a namorada depois de uma refeição picante ou até mesmo para usar no seu cão”.
A outra marca intitula-se Flatulence Deoderizer (o desodorizante da flatulência); essa marca vende autocolantes também com carvão, a 29 dólares.
Ele neutraliza os odores, permite um intenso cheiro mentol cada vez que o utilizador expulsaruma ventosidade, além de deixar o rabicó geladinho.
NB. A marca faz uma advertência: “não neutraliza o som!”.
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/07/pum-preso.html
Pum preso
A tecnologia não para de avançar.
Duas marcas inventaram um autocolante, para colocar na roupa interior: o neutralizador de odor dos gases (!).
Uma das marcas Subtle Butt (Rabo Sutil) vende embalagens, com cinco unidades descartáveis que prometem neutralizar o odor graças a uma camada de carvão aplicada ao autocolante, custando apenas 11 dólares.
O criador Kim Olenicoff explicou a uma revista que este produto “é ideal para usar num avião, escritório, elevadores com a namorada depois de uma refeição picante ou até mesmo para usar no seu cão”.
A outra marca intitula-se Flatulence Deoderizer (o desodorizante da flatulência); essa marca vende autocolantes também com carvão, a 29 dólares.
Ele neutraliza os odores, permite um intenso cheiro mentol cada vez que o utilizador expulsaruma ventosidade, além de deixar o rabicó geladinho.
NB. A marca faz uma advertência: “não neutraliza o som!”.
domingo, 7 de julho de 2013
QUE BAITA SUSTO TCHE!
Catarina gaiato espalha falsa informação sobre suspensão do benefício e causa alvoroço nos necessitados.
TAMANHO DO TEXTO:
- PETIÇO (-)
- BAGUAL (+)
Correria para sacar os Pila do benefício
CACIQUE DOBLE, RS – Um boato espalhado por um gaiato assustou os beneficiados pelo Bolsa Chimarrão – programa de auxílio às familias carentes que não tem os pila pra comprar erva-mate – neste final de semana no Rio Grande do Sul.
O suposto sabotador da República divulgou que o benefício seria suspenso e que este seria o último mês para sacar o valor de P$ 80,00. Informações preliminares da Brigada Militar confirmam que o responsável pelo boato é um catarina que vive ilegalmente no RS que já se encontra preso na delegacia de Cacique Doble, cidadezinha do interior Gaúcho.
- Pegamos o meliante passando trote num orelhão da CRT para a casa das pessoas. Muita gente foi chorando até o Banrisul para sacar os últimos oitenta pila do Bolsa-Chimarrão – disse o brigadiano responsável pela prisão do gaiato.
Em pronunciamento oficial do Presidente da República, Tarso Genro, o governante Gaúcho confirmou que o fim do Bolsa-Chimarrão não passa de um boato. O Presidente ressaltou que em breve outras medidas de auxilio aos mais necessitados devem ser implantadas.
- O Bolsa-Chimarrão continua firme, tanto é que estamos ampliando estes serviços. A partir de junho teremos o Bolsa-Churrasco que irá distribuir carvão e carne, e o Bolsa-Laçador para quem não tem uma miniatura da estátua mais famosa da República poder ter a sua. Estamos tirando os Gaúchos da miséria – disse Tarso.
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/07/que-baita-susto-tche.html
QUE BAITA SUSTO TCHE!
Catarina gaiato espalha falsa informação sobre suspensão do benefício e causa alvoroço nos necessitados.
TAMANHO DO TEXTO:
- PETIÇO (-)
- BAGUAL (+)
Correria para sacar os Pila do benefício
CACIQUE DOBLE, RS – Um boato espalhado por um gaiato assustou os beneficiados pelo Bolsa Chimarrão – programa de auxílio às familias carentes que não tem os pila pra comprar erva-mate – neste final de semana no Rio Grande do Sul.
O suposto sabotador da República divulgou que o benefício seria suspenso e que este seria o último mês para sacar o valor de P$ 80,00. Informações preliminares da Brigada Militar confirmam que o responsável pelo boato é um catarina que vive ilegalmente no RS que já se encontra preso na delegacia de Cacique Doble, cidadezinha do interior Gaúcho.
- Pegamos o meliante passando trote num orelhão da CRT para a casa das pessoas. Muita gente foi chorando até o Banrisul para sacar os últimos oitenta pila do Bolsa-Chimarrão – disse o brigadiano responsável pela prisão do gaiato.
Em pronunciamento oficial do Presidente da República, Tarso Genro, o governante Gaúcho confirmou que o fim do Bolsa-Chimarrão não passa de um boato. O Presidente ressaltou que em breve outras medidas de auxilio aos mais necessitados devem ser implantadas.
- O Bolsa-Chimarrão continua firme, tanto é que estamos ampliando estes serviços. A partir de junho teremos o Bolsa-Churrasco que irá distribuir carvão e carne, e o Bolsa-Laçador para quem não tem uma miniatura da estátua mais famosa da República poder ter a sua. Estamos tirando os Gaúchos da miséria – disse Tarso.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Quem briga por 20 centavos?
Piada velha retocada...
Uma menina muito bonita e pobrezinha conheceu um rapaz jovem, rico, bonito, ético, que conseguiu bons empregos pros seus irmãos, comprou uma casa para sua mãe e a levava para viajar e aproveitar o melhor da vida.
Se casaram e um mês depois do casamento a filha volta para casa da mãe dizendo que iria se separar.
- Mas minha filha como assim? Um rapaz tão bom, meu genro perfeito!
- Mamãe, fico com vergonha de lhe contar, mas é que ... é que ... ele que comer meu cu todo dia! De manhã, de tarde e de noite. Umas 10 vezes ao dia, não aguento mais!
- Minha filha, tem homem que curte essas coisas mesmo. O que é esse pequeno defeito perto de tudo que ele faz por você, do que ele faz por nós?
- Mamãe meu cu parecia uma moedinha de 5 centavos quando nos casamos e hoje já parece um moedão de 25 centavos.
- AHHH TENHA DÓ minha filha, agora você vai ficar criando caso por causa de 20 CENTAVOS?
MORAL DA HISTÓRIA:
Só briga por 20 centavos quem toma no cu todos os dias!
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/quem-briga-por-20-centavos.html
Quem briga por 20 centavos?
Piada velha retocada...
Uma menina muito bonita e pobrezinha conheceu um rapaz jovem, rico, bonito, ético, que conseguiu bons empregos pros seus irmãos, comprou uma casa para sua mãe e a levava para viajar e aproveitar o melhor da vida.
Se casaram e um mês depois do casamento a filha volta para casa da mãe dizendo que iria se separar.
- Mas minha filha como assim? Um rapaz tão bom, meu genro perfeito!
- Mamãe, fico com vergonha de lhe contar, mas é que .. é que ... ele que comer meu cu todo dia! De manhã, de tarde e de noite. Umas 10 vezes ao dia, não aguento mais!
- Minha filha, tem homem que curte essas coisas mesmo. O que é esse pequeno defeito perto de tudo que ele faz por você, do que ele faz por nós?
- Mamãe meu cu parecia uma moedinha de 5 centavos quando nos casamos e hoje já parece um moedão de 25 centavos.
- AHHH TENHA DÓ minha filha, agora você vai ficar criando caso por causa de 20 CENTAVOS?
MORAL DA HISTÓRIA:
Só briga por 20 centavos quem toma no cu todos os dias!
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/quem-briga-por-20-centavos.html
terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno
KDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.
Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.” [1].
Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno
KDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.
Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.” [1].
domingo, 9 de junho de 2013
Como Salomão resolveria o problema do matrimônio gay
Diálogo ocorrido em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:
- Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unirem-se em matrimônio.
- Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?
- Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.
- Certo, certo. Hum… Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
- Não, Majestade. Eles querem um matrimônio. E que seja realizado no templo.
– Entendo. Façais o seguinte: ponha-os em cativeiro, e se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
http://padilhaverde.blogspot.com.br/2013/06/como-salomao-resolveria-o-problema-do.html
Como Salomão resolveria o problema do matrimônio gay
Diálogo ocorrido em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:
- Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unirem-se em matrimônio.
- Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?
- Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.
- Certo, certo. Hum… Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
- Não, Majestade. Eles querem um matrimônio. E que seja realizado no templo.
– Entendo. Façais o seguinte: ponha-os em cativeiro, e se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
http://padilhaverde.blogspot.com.br/2013/06/como-salomao-resolveria-o-problema-do.html
sábado, 8 de junho de 2013
Frases de feito
- A gente nunca dá valor ao que/quem nos pertence de fato pelo fato de: já nos pertence.
- Ostras não são afrodisíacas, mas ao comê-las você sinaliza ao seu parceiro que topa enfiar qualquer coisa na boca.
- Gente, eu vou ficar aqui em cima do muro pra me proteger da opinião da maioria esmagadora que está vindo aí, ok?
- Toda vez que eu emito uma opinião e várias pessoas passam a concordar comigo, eu começo a achar que estou errada.
- Homem que faz quadradinho de 8, com certeza já soltou o redondinho de 4.
- Minha internet hoje ta caindo tanto que vou começar chamar ela de NEYMAR.
- Dizem que o amor está no ar... eu devo ter problema respiratório então...
- Comida gordurosa é romântica: vai direto pro coração.
- Dia dos namorados chegando, vou comprar uma fronha nova pro meu travesseiro.
- Não entendo muito bem o comunismo. Todos usam papel higiênico folha dupla perfumada ou voltam à lixa rosa de esfoliação anal?
- Nos livrar do Tylenol é fácil, quero ver o Ministério da Justiça nos livrar das garras desse amor gostoso.
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/frases-de-feito.html
Administradores e Remadores
Uma fábula sobre a difícil arte de organizar o trabalho.
No ano de 1996, houve nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição, a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar á meta uma hora depois.
De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisãode estrutura organizacional para o ano seguinte.
Em 1997, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta duas horas depois dos vencedores.
De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira, após as mudanças introduzidas, era formada por um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: '' O remador é um incompetente!''
Em 1998, aconteceu uma nova oportunidade de competir com os japoneses. O departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no bench making - das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziriam aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o right sizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turn-around e venceriam os japoneses.
Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta três horas depois dos japoneses.
Novos estudos, reuniões acaloradas e enormes relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.
Depois de vários dias de reunião e análise da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitaria, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 1999, certamente, confirmaria o acerto das decisões.
Fonte: Carta Capital
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/administradores-e-remadores.html
Administradores e Remadores
Uma fábula sobre a difícil arte de organizar o trabalho.
No ano de 1996, houve nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição, a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar á meta uma hora depois.
De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisãode estrutura organizacional para o ano seguinte.
Em 1997, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta duas horas depois dos vencedores.
De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira, após as mudanças introduzidas, era formada por um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: '' O remador é um incompetente!''
Em 1998, aconteceu uma nova oportunidade de competir com os japoneses. O departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no bench making - das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziriam aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o right sizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turn-around e venceriam os japoneses.
Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta três horas depois dos japoneses.
Novos estudos, reuniões acaloradas e enormes relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.
Depois de vários dias de reunião e análise da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitaria, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 1999, certamente, confirmaria o acerto das decisões.
Fonte: Carta Capital
http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/administradores-e-remadores.html


